Templates da Lua

Kuen. 16. January 29th. São Paulo SP. O+. 152cm. Vanilla. Red, black, gray. Draw, write, sing, rape j-rockers, fake, DDR, Guitar Hero, Final Fantasy XII. Design. Coffe and tea (both cold), fried potato, japanese goodies. Welcome.

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Imagem por BellZ @deviantart.

27/10/2008

Sinto falta do meu celular gritando desesperado às onze horas da manhã no sábado, me acordando assustada.

Sinto falta de um convite aleatório na sexta-feira pra sair no dia seguinte bem cedinho e voltar só às dez da noite.

Sinto falta de... de muitas, muitas coisas.


Escrito por Kuen às 14h35
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05/10/2008

Minha mãe vive me dizendo que eu sou muito preguiçosa, e que "essa preguiça um dia vai te matar."

Talvez isso seja verdade. E não estou falando necessariamente da minha pessoa.


Escrito por Kuen às 23h53
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19/09/2008

De repente, ao ler o caption de alguma pessoa em algum fotolog aleatório, eu senti uma súbita vontade de... viajar. É, viajar. Apesar de eu ser aquariana e sempre ver em horóscopos que eu deveria adorar viajar, eu sou o contrário disso. Não gosto muito de viagens, principalmente se forem pro mesmo lugar que eu vou por toda a minha vida: Santos. Bem, talvez seja por isso que eu não goste de viagens, mas esse não é o ponto.

Eu senti vontade de ficar largada num sofá estranho numa sala estranha com uma televisão estranha num canal de tv estranho o qual eu não tenho na minha casa, fazendo sentir-me ainda mais longe do "lar doce lar". E o mais engraçado disso tudo é que eu não fiquei imaginando os contras de uma viagem repentina. Somente os tais "prós".

Queria ir pra um lugar bem longe. Um lugar que eu nunca fui e nunca ouvi falar. Poderia até ser litoral, se não fosse muito quente e não faltasse água nos horários de pico *fresca*; Ou eu poderia visitar uma cidade distante, bem bem beeem longe de São Paulo, sem tanto movimento, sem tanto barulho, sem tanta correria... Brasília, talvez? (oi Yuuri); Ou ainda só ir até a estação Conceição do metrô e ir parar na casa de alguma amiga nova e quase desconhecida, que o máximo que eu sei é que tem tal idade.

Hm, acho que gosto de coisas assim afinal. Pra colocar esse plano em ação eu só preciso de muito dinheiro.
Coisa que eu não tenho. Então vou ficar sem viajar mesmo. D:


Escrito por Kuen às 00h39
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15/09/2008

Sentimentos são coisas engraçadas.
Por mais que você esteja convencido de que consegue os controlar, uma única frase manda esse "controle" pra puta que o pariu.
E o melhor de tudo, é que você sabe não demonstrar. Bom garoto.


Será que dói também?


Escrito por Kuen às 00h18
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04/09/2008

Sorrir: v.int e p. 1. Rir sem ruído, apenas com leve contração dos músculos faciais. 2. Mostrar-se alegre.

Eu nunca fui de reparar muito nas pessoas. De parar e observar, ver como cada um é diferente do outro, essas coisas. Claro que uma coisa ou outra você acaba notando, -às vezes sem nem realmente ter notado- mas as pessoas ao seu redor comentam, percebem, e meio que "obrigam" você a perceber também. Muitas vezes, se se tem uma opinião diferente das demais sobre tal pessoa, quem está errado é você. Ou quem possui as idéias mais distorcidas sobre a pessoa. Isso acontece em praticamente todas as situações, mas não é isso que quero comentar.

Eu nunca havia visto uma pessoa que simplesmente não sorri. Em nenhum momento. Nunca havia visto uma pessoa que não te dá "boa noite" nem ao te ver nem ao se despedir, e continua com a mesma expressão que possui quando anda pelos corredores. E quando entra na sala de aula. E quando sai dela. É sempre a mesma face triste, desanimada, e até mesmo quase morta, eu diria.

Talvez a vida de professor de Física não o tenha agradado. Mas aí eu me pergunto... Se não o agradou tanto, por que então ele está nessa profissão há 31 anos? Ele agora já é um homem velho, com um semblante cansado escondido por trás da barba um pouco comprida e mal feita. É praticamente impossível conseguir outra profissão nessas condições, eu acho... E então começo a pensar que ele acabou seguindo essa carreira por falta de opção, ou por simples comodidade. E acabou do jeito que está agora. Uma pessoa quase morta e infeliz. Pelo menos essa é a impressão que ele passa aos alunos.

E talvez o problema disso tudo, sejam os alunos. Eu não sei como eu consegui fazer com que ele tivesse uma conversa pessoal comigo no nosso segundo dia de aula, mas naquela pequena troca de palavras de apenas dez minutos, eu pude perceber que ele realmente estava desabafando. Um senhor de sessenta e poucos anos desabafando com uma adolescente de quase dezessete. Oh, Deus. Mas enfim, nessa conversa, ele mesmo me contou que sente-se desmotivado e triste com a escola. Que os alunos não são mais do jeito de quando ele escolheu ser professor, e que não vê mais graça alguma em dar aula. Eu juro que na hora me senti com uma pena absurda daquele homem cujo a única coisa que eu sei sobre é o seu nome. E alguns alunos da minha classe nem isso sabem.

Ele me disse que sou diferente. Disse que dá pra perceber nitidamente meu interesse pela matéria. Isso porque eu era péssima em Física e porque no primeiro dia de aula eu senti um medo terrível me invadir completamente quando ele chegou na sala. Ainda mais quando ele começou a falar -pouco, é verdade- com aquela voz grave e mesmo assim quase inaudível, logo voltando sua atenção à lousa, rabiscando a correção dos exercícios que nenhum aluno sequer pensou em fazer. Não demorou muito e ele logo sentou-se na sua cadeira novamente, suspirando baixo. Quase a mesma coisa que eu fiz quando percebi que ele também é diferente.

Quando eu era pequena, meu sonho era ser professora de Língua Portuguesa. Depois quis ser de História. E agora a última coisa que eu quero é seguir essa profissão. Talvez a imagem do rosto oriental tímido mas esgotado desse homem tenha feito eu mudar de idéia inconscientemente. Por enquanto, eu vou me limitar a continuar sendo diferente dos outros, cumprindo com as minhas obrigações, sem querer nada além de uma boa nota azul no final do bimestre.

Talvez seja por isso que eu esteja gostando tanto de Física, afinal.


Escrito por Kuen às 00h03
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31/08/2008

Ressurgir: v.int. 1. Tornar a surgir; reaparecer. 2. Ressuscitar.

Eu sei que qualquer um que ler isso vai entender que eu "ressurgi" e também sei que qualquer um sabe o que significa "ressurgir". Mas isso é cult e eu quero deixar aí, ok? -q
Pela primeira vez em anos [rly], estou usando um template que não é de minha autoria. Mas isso é irrelevante, já que eu realmente gostei do dito cujo.

O que me motivou a voltar a dar um pouco de atenção pra esse blog foi ver o blog de outra pessoa. Ok, eu visito inúmeros blogs por dia, mas vi o de uma pessoa em "especial", e o quanto essa pessoa consegue escrever num curto espaço de tempo. Provavelmente eu não serei assim, mas sempre que tiver algo em mente, publico aqui. Queria fazer isso no Live Journal, mas sou burrë demais e não entendi nada do HTML de lá. D:
Também pode ser que eu diga simplesmente como foi meu dia, ou o que eu gostaria de fazer. E claro, ansiedades e reclamações sempre estiveram presentes na minha vida de "blogeira" [blergh, odeio essa palavra], e agora não será diferente.

Continuo com o mesmo endereço, agora por motivos infinitamente maiores, melhores e mais gays. [qiso]

Obrigada por lerem até aqui [?]. Volto em breve.
Bye-bye


Escrito por Kuen às 21h22
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